Espaço destinado aos relatos críticos de andanças pelos botecos belo-horizontinos, assim como aos pitacos sobre outros lugares quaisquer.
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Curtas de Julho / 2011





- Têm sido frequentes os nossos almoços de sábado no Bar do Zezé, e dentre todas as boas opções o Trupico Mineiro merece destaque. Passados cinco anos desde que me foi apresentado, o prato continua uma obra prima de boteco. Muito pezinho, costelinha e lingüiça caipira submersos em um suculento e bem temperado feijão carioquinha. Para acompanhar, uma ótima farinha torrada, torresminho crocante e a cereja do bolo: mostarda refogada, que confere ao prato um ardor na medida certa e um sabor indescritível. Só em julho foram três sábados com trupico, e em breve voltarei à noite para uma resenha completa.

- Aos apreciadores de carnes de caça, o Köbes Bar (já blogado por aqui em março) tem oferecido aos clientes a sua “picanha de javali”. Mas vá preparado, pois pelo quilo do corte se paga R$ 150,00, e ao que parece o tamanho da peça reduz bastante depois de passar pela grelha. Os 450 gramas que chegaram à nossa mesa mal seriam suficientes para duas pessoas, e a experiência só vale mesmo aos aficionados por carnes exóticas.

- Como é difícil encontrar boa comida nos serve-serve depois de certa hora. Dia desses cheguei no Chalé Mineiro da Av. Silva Lobo às 13h e a situação já estava precária. De outra vez, quando fui às 14h (em tese servem almoço até às 15h), cheguei a pensar que uma Lasanha congelada da Sadia poderia ser a melhor refeição do mundo, já que as opções que ainda não estavam frias se apresentavam esturricando no bufê ou na churrasqueira. Ah se não fossem os raros PF’s, que nadam heroicamente contra a maré e dão escolha de comida vinda diretamente da panela.

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