Espaço destinado aos relatos críticos de andanças pelos botecos belo-horizontinos, assim como aos pitacos sobre outros lugares quaisquer.
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segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Comida di Buteco 2012 - Região Noroeste

Compartilhamos hoje a nossa impressão sobre outros três bares que integram o Comida di Buteco BH, no caso os representantes da Região Noroeste da cidade. Vale ressaltar que o Bar do Véio também se localiza nesta região, entretanto ele recebeu uma resenha própria, ainda com o evento em curso.

Dentre os bares que passaram a integrar o Comida di Buteco em 2012, o Casa Velha, que é o primeiro a falarmos aqui, é um dos que eu mais desejava conhecer. Isso se deve, sobretudo, por se situar em uma região que diz muito da história de Belo Horizonte, a lendária Lagoinha. Logo ao chegar entendi que a minha expectativa seria suprida, e aqui parabenizo a organização do evento, que vez por outra nos brinda com verdadeiros achados.

Quanto ao atendimento, este apenas se manteve em um patamar aceitável pelo esforço do garçom Paulo. O quesito em questão, junto a enorme restrição dos rótulos de cerveja (R$ 5,50, apenas Brahma Extra ou Bohemia), seriam os dois únicos pontos de atenção observados naquela visita. Já com relação ao ambiente e à higiene, o Casa Velha se destaca tal como um veterano.
Sobre o prato “Nas tranças da imaginação”, que muito me atraíra pela foto, considero que o seu maior pecado seja o lombo, cujas tranças não são preparadas na própria casa, e por motivos óbvios, não nos permitiria conhecer o tempero do bar. Todavia é, no geral, um prato bom, destacando-se os palitos de queijo, as cebolas embriagadas e as batatas cozidas e fritas, formato este pouco usado pelos participantes que serviram batatas. Acredito que, pelo conjunto da obra, alcançou o excelente segundo lugar em 2012.

Tomando o rumo do segundo dos bares, qual seja o Carlão Rei do Churrasco, observei que desde o início do Comida di Buteco 2012, muitos foram os elogios ao seu prato, e até por isso cheguei ao restaurante com uma boa expectativa. Ao degustá-lo, porém, o sabor do componente principal não me agradou como o fez com a maior parte dos meus amigos. E, como o nosso propósito maior é o compartilhamentos das experiências vividas, cá estou para relatar a minha.

Falando primeiramente do prato, considero que a combinação proposta para o mesmo seja bem interessante, principalmente para acompanhar aquela cerveja gelada. Entretanto a carne que nos foi servida não era alcatra, corte este que conheço por degustar com frequência no Assacabrasa, onde é o carro chefe. Cortada grosseiramente, difere-se da carne prometida pelo excesso de nervuras e pela gordura presente. Além deste, o segundo ponto negativo vai para a inexistência de cápsulas para cerveja (a tal "cervegela") e também de cervejas em formato long neck ou lata, que combinado aos ventiladores dos salões, acaba por esquentar muito rapidamente as bebidas, gerando um certo desconforto para quando se bebe sozinho.
Tendo dito isso, no que tange aos demais itens sou todo elogios. Os acompanhamentos da "alcatra" são ótimos, destacando-se o molho de queijo COM gosto de queijo e as batatas envoltas por bacon, um espetáculo. A Original (R$ 5,95) chegara à mesa sempre gelada, e o sorridente atendimento da Elisângela é de dar gosto. Para finalizar a boa gama de aspectos positivos, que garantiram a permanência do Rei do Churrasco em 2013, um banheiro bem cuidado e o recebimento de cartões de crédito na hora do pagamento. 

Por fim, o segundo representante do bairro Caiçara além do Bar do Véio, que é o Mulão, onde estivemos para experimentar o prato de 2012 e não saimos arrependidos. Ressalto que é um dos bares que visito com alguma frequência, sobretudo pelo seu diversificado e saboroso cardápio. Assim, o "Muleira" não fugiu do costumeiro padrão.

Composto por fatias de batatas cozidas e regadas por um molho branco, é ainda coberta por cubos de linguiça calabresa e queijo, além de ser gratinada. Ao preço de R$ 14,90 o mais camarada do festival, e recebendo a escolta de algumas torradas e uma minúscula porção de pimenta calabresa, considero que seja uma boa pedida.
Para beber há cerveja Brahma, custando R$ 4,80, que de início estava gelada e foi se tornando apenas fria ao longo das várias rodadas. Banheiros limpos, atendimento razoável, e o legítimo ambiente de boteco.

Nota triste para a desproporcional redução de tamanho sofrida pelo Tetéia, o antes ótimo bolinho de carne com jiló que representou o Mulão no CDB de 2010. Seja como for, e sobretudo a quem ainda não conhece o bar, vale muito a visita.

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