Espaço destinado aos relatos críticos de andanças pelos botecos belo-horizontinos, assim como aos pitacos sobre outros lugares quaisquer.
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terça-feira, 4 de setembro de 2012

Seu Romão - 14/08/2012

No Seu Romão nós chegamos quando já passava das 23 horas, porém em uma movimentada véspera de feriado municipal, com muitos dos nossos bares completamente tomados. Até chegarmos ao bar do qual falo hoje, passamos por alguns do Centro, por outros da Savassi, pela região da Rua Pium-í, e finalmente pelo São Pedro, todos sem mesas vagas. Isso me permite afirmar, sem medo de um equívoco, que a capital dos bares ainda comporta mais botecos. Seja como for, naquela noite encontraríamos a nossa sorte ao passar pela Rua São Romão, depois do São Pedro. Já prestes a explorar um terceiro Santo, no caso o Toninho casamenteiro, notei que algumas pessoas saiam do boteco escolhido, fato que nos pareceu uma boa oportunidade.
Do outro lado da rua, onde encontramos uma vaga, já seria possível notar que o Seu Romão não é um bar qualquer. Além de ser um dos que figurava em minha “lista de espera” pessoal, alguma coisa ali nos atraiu para além do que imaginávamos, fazendo com que o boteco suprisse bem a minha expectativa.

Entrando, observamos três ou quatro mesas vagas, porém todas em seu interior. Mesmo nos privando de uma estada na varanda do bar, ficamos satisfeitos pela aconchegante mesa interna em um dia frio. Ainda sobre o ambiente da casa, destaco toda a sua decoração e também a higiene dos banheiros.

Dentre as bebidas, o Seu Romão lista cerca de setenta rótulos de cervejas nacionais e importadas, que custam a partir de R$ 5,50 quando Brahma ou Skol. Fui de Austria Pilsen (R$ 7,35), geladinha, enquanto Vivian bebeu um honesto suco de laranja e abacaxi, a R$ 4,00.

Para beliscar, o cardápio oferece boa variedade de petiscos, que vão do trivial aos mais inventivos. Além disso, indica a quantas pessoas cada um dos pratos atende, além do tempo médio de preparo destes. Como sou daqueles que foge do trivial, tratei de estudar a seção “especialidades da casa”, até para compreender se o Seu Romão é um dos bares que tem alma. Encontramos então a “Moela na goela do Pidrim” (R$ 29,90), cuja descrição muito nos atraiu: “moela e pescoço de peru desfiado com purê de batata baroa servidas com pãozinho”.

Cerca de meia hora depois chega à nossa mesa aquela panela fumegante e perfumada, que tratamos de devorar. A deliciosa porção não apenas comprovou que o bar possui personalidade, como nos fez jurar que a próxima visita acontecerá em breve, até para conhecermos um pouco mais a sua cozinha.

Neste boteco, onde o atendimento trabalha a contento, é possível pagar a conta com cartão de crédito ou débito, e dependendo do dia há música ao vivo. Em meio a tantos bares pasteurizados que se proliferam por nossa Belo Horizonte, ficamos satisfeitos sempre que conhecemos um dos raros exemplares que remam contra a maré.



Notas Pedrão


Ambiente: 4

Bebida: 5

Comida (peso 2): 5

Público: 4

Serviço: 4

Custo-benefício: 4


Notas Vivian:


Ambiente: 5

Bebida: 5

Comida (peso 2): 5

Público: 5

Serviço: 5

Custo-benefício: 4


Média Final: 4,5 estrelas



Seu Romão

Rua São Romão, 192 – Santo Antônio

Tel: 3786-4929

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2 comentários:

  1. Realmente a nota e merecida, salvo engano a mais alta até agora, além de um ambiente agradável o atendimento e muito bom!

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  2. Além dessas qualidades, meu amigo anonimo rsrs, temos que levar em conta o cardápio e a cerveja geladíssima que la são servidos.

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