Espaço destinado aos relatos críticos de andanças pelos botecos belo-horizontinos, assim como aos pitacos sobre outros lugares quaisquer.
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sábado, 2 de março de 2013

Clube Mineiro da Cachaça - 17/01/2013


Por meio da presente resenha, dou início às impressões de bares visitados a partir de 2013. Sei bem que existe uma defasagem de mais de um mês entre as visitas e as resenhas, mas espero acertar o passo até abril próximo. Aproveito para agradecer a todos que leram, compartilharam e criticaram este blog em 2012, ano em que passei a incluir as minhas fotos, bem como o quadro avaliativo depois de cada resenha. É sempre bom reforçar que as nossas opiniões são independentes e coletadas a partir de visitas pagas. As – pequenas – novidades para 2013 são a inclusão das “formas de pagamento” na ficha do bar, ao final de cada resenha, que também receberá o preço médio por cabeça, cuja explicação do cálculo será reproduzida em cada nova opinião. O objetivo dessas modificações é separar um pouco mais os aspectos objetivos dos subjetivos, o que contribui para escritos mais soltos, que são da estima do blogueiro e, creio eu, também dos leitores.

Aproveitado o primeiro parágrafo para as “explicações técnicas”, falemos então do Clube Mineiro da Cachaça, cujo nome anterior fora Clube do Porre. Com a troca de donos, acontecida há cerca de cinco anos, o bar seria rebatizado com o nome atual, mais longo e enfatizando sua a sua grande vocação. Nele já havia comparecido em 2010, para o aniversário de um amigo, e retornado durante o carnaval de 2012, feriado quando é um dos poucos a prestigiar a folia. A última visita, da qual falo hoje, aconteceu em uma quarta-feira de janeiro. Fui acompanhado do meu pai, admirador da mais mineira das bebidas, e escolhemos uma mesa no ambiente dos fumantes, que dentre todos, é o único descoberto. Além de atender aos amantes das baforadas, serve de ligação entre os outros dois, quais sejam o interior da casa, que é de fato uma construção residencial, e o quintal. Este último, maior e atualmente coberto, ao que parece só funciona em dias de maior movimento ou em confraternizações. Independente de qual seja o ambiente escolhido, a atmosfera será mineiramente rústica.


Para a apresentação do cardápio, não há anfitrião melhor do que o garçom Jarbas. Se questionado sobre a carta de cachaças então, dará até aulas sobre o assunto, inclusive por ser mais um dos degustadores da dita cuja. Escolhemos apenas o rótulo da cerveja, no caso a Original (R$ 7,20), e deixamos a sugestão da cachaça e do petisco por conta do competente profissional. Meu pai sugeriu apenas que a aguardente fosse envelhecida em amburana, e nós recebemos uma dose da boa Água da Bica (R$ 6,00), de Brumadinho.


Para “tirar o gosto”, uma porção de almôndegas ao molho de tomate e manjericão (R$ 22,00).


São almôndegas, sem qualquer reinvenção gourmet, mas saborosas e reconfortantes, como deveria ser qualquer prato da cozinha mineira.


De outra sorte experimentei a linguiça flambada na cachaça com requeijão, que não repeti dessa vez em função do susto com o seu preço atual, de R$ 37,00. Seja como for, o saboroso prato fica como uma segunda dica do cardápio, que ainda enumera outros vinte e oito petiscos. Acha que são muitas as opções? Pois dentre as cachaças são mais de 1200 rótulos, 65 destes listados na carta de doses, e com o preço variando entre R$ 5,00 e R$ 65,00. Fora os coquetéis à base de aguardente, que homenageiam artistas mineiros como o Lô Borges, que leva maracujá, pimenta biquinho, gengibre e cachaça branca (R$ 12,00). Com tantas reverências, alguém ainda duvida que a cachaça chegou à prateleira de cima?


Notas:

Ambiente: 3
Atendimento: 4
Bebida: 5
Comida (peso 2): 4
Custo-benefício: 4

Média final: 4 estrelas


Clube Mineiro da Cachaça
Rua Mármore, 373 - Santa Tereza - Belo Horizonte - MG
Tel: (31) 2515-7149
Pagamento: cartão de crédito ou débito
Preço aproximado por pessoa*: R$ 45,00

* Consumo individual, em rateio ou não, de uma porção para dois, ou duas porções para um (preço médio), acrescida(s) de duas bebidas, serviço e couvert/entrada, quando houver. As bebidas podem ser: duas cervejas de 600 ml, quatro cervejas de 350ml, dois drinks, duas doses de cachaça ou duas taças de vinho.

4 comentários:

  1. Caro Pedrão,

    Mais um ano de um espetacular blog que retrata na realidade o que há de melhor (e pior) em nossa cidade dos bares! Relatos vistos à partir da visão de um experiente e criterioso consumidor! Parabéns meu amigo! !!!

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    Respostas
    1. Leo Koscky,

      Muito obrigado pelos elogios! É sempre um prazer ter as sua presença por aqui!

      Um grande abraço!

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  2. Pedrão parabens pelo seu blog!! Agora vem para o Japão fazer umas butecage... Koscky tambem hein!!! Rs
    Abraços!!

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    Respostas
    1. Leo Morita,

      Obrigado pelo elogio ao blog! Quem sabe ainda não exploraremos os "botecos do Japão", não é? Hehehe.

      Abraços saudosos!

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