Espaço destinado aos relatos críticos de andanças pelos botecos belo-horizontinos, assim como aos pitacos sobre outros lugares quaisquer.
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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Pinguim - 21/10/2012

Em Belo Horizonte, terra dos botecos e das cervejas em garrafas de 600ml, o chopp é deixando em segundo plano pela maioria dos nativos. Assim sendo, é possível se contar nos dedos das mãos as choperias por aqui estabelecidas, sobretudo quando a variável qualidade é acrescida. Foi ciente das poucas opções deste segmento na cidade que, em 2006, a tradicional choperia Pinguim decidiu abrir a sua única filial fora dos limites de Ribeirão Preto, onde funciona há mais de sete décadas.

A nossa visita se deu com a unidade de BH já consolidada, afinal seis anos de funcionamento não é pouca coisa para o ramo de bares. Antes disso, recebemos as mais distintas opiniões sobre o lugar, e um dos aspectos mais elogiados sempre foi o estacionamento conveniado ao lado, inclusive pela disputada localização do estabelecimento. Por ali se paga, no horário noturno, um valor único pela permanência, que é de R$ 7,00.

Chegando de fronte ao casarão tombado onde o Pinguim funciona, uma ótima primeira impressão quanto às instalações da choperia, que oferece variadas atmosferas de acordo com a preferência do cliente. Escolhemos uma mesa no ambiente ao fundo, que é aberto e conforme a hostess se destina aos fumantes, os quais não compareceram ao bar naquele dia. Refrescado por uma cascata artificial, seria ainda mais interessante não fosse o sem número de televisões espalhadas ao redor, que apesar de tudo não incomodaram por estar em volume razoável.

Sentados, pedi um chopp ferrugem para dar início, migrando para o chopp claro a partir do segundo, todos eles a R$ 5,90 cada tulipa de 300 ml. Bem tirado como poucos, torna-se ainda melhor por ser da marca Antarctica, uma absoluta raridade em Belo Horizonte.

Como o bom chopp sempre pede um tira-gosto para acompanhar, tratamos de escolher algo no cardápio. Dentre algumas opções de petiscos, outras de pizzas, mais algumas de sanduíches e ainda outras de refeições completas, preferimos a porção de costelinha defumada com mandioca frita (R$ 42,00). Esta levou cerca de quarenta minutos para chegar à mesa, e não se mostrou satisfatória como esperávamos. A carne não estava saborosa, e a mandioca apresentou um nítido gosto de óleo, impossibilitando-nos de comer toda a porção, por mais que estivéssemos com fome.

Falando do atendimento, a má impressão causada pela demora de 10 minutos até a primeira abordagem melhorou ao longo da estada, e a minha avaliação é que este seja razoável. Quanto ao pagamento, admitem cartões de crédito e débito, inclusive para o estacionamento.


Notas Pedrão

Ambiente: 4
Bebida: 4
Comida (peso 2): 1
Serviço: 2
Custo-benefício: 2


Notas Vivian

Ambiente: 5
Bebida: 3
Comida (peso 2): 2
Serviço: 3
Custo-benefício: 3


Pinguim
Rua Grão Mogol, 157 - Carmo
Tel: 3282-2007
.

3 comentários:

  1. Como todo bom belorizontino, assim que a casa foi inaugurada tentei ir pelo menos umas três vezes, mas a fila de espera sempre vencia o meu ânimo e minha disposição, depois disso acho que até esqueci do local, acho que é um bom momento para retornar, mas procurando outro petisco no cardápio, porque R$42,00 em uma porção mediana e encharcada no óleo, não é em nada atrativo.

    Grande abraço!

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  2. Gê,

    Hoje em dia não há filas na porta, até o porque o espaço interno, distribuído em vários ambientes, comporta no mínimo duas centenas de clientes. Tarefa mais difícil será, na minha opinião, escolher um petisco que alie quantidade e preço. O cardápio até dispõe opções mais baratas do que a costelinha com mandioca, como a porção de linguiça, na faixa dos R$ 30,00, ou os carpaccios, em torno de R$ 25,00, que por sua vez não atraem aos mais famintos. Seja como for, já antecipo os meus votos de melhor sorte na sua visita!

    Um abração!

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  3. Sendo assim creio que continuarei adiando a minha visita, he hehe...

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