Espaço destinado aos relatos críticos de andanças pelos botecos belo-horizontinos, assim como aos pitacos sobre outros lugares quaisquer.
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sexta-feira, 2 de março de 2012

Café Requinte - 18/02/2012


Ciente da fama do Café Requinte e do seu Feijão Tropeiro, voltei recentemente para experimentar o quitute deste bar e restaurante, onde em outras oportunidades já estive para almoçar. Situado dentro do Mercado Central, compõe o seleto grupo de três ou quatro casas que oferecem mesas e cadeira – no caso banquetas – aos clientes.Torna-se assim alvo fácil dos turistas que por ali circulam, os quais estranham o formato da maior parte dos botecos de corredor, onde se bebe e se come de pé.

Chegando por lá, em uma manhã de sábado, o lugar tomado como de praxe, tornando-nos praticamente penetras da boa prosa dos clientes mais próximos. Conhecendo bem este traço do nosso mercado maior, tratamos de pedir uma Heineken (R$ 7,00) para entrar naquele clima que nos é motivo de orgulho, que por sinal chegaria à mesa “vestida de noiva”.


Como já estávamos em nosso segundo bar daquela manhã, tendo sido a primeira parada motivada para que o chopp de trigo da Backer me fosse apresentado, tratamos de pedir o cardápio para uma petiscada, naturalmente dando início pelo tradicionalíssimo fígado com jiló (R$ 19,00), porção esta que honrou a importância do prato para o Mercado.

A clientela chegava e saia das mesas do Café Requinte, e a nossa turma firme no propósito de tomar boas rodadas da afamada cerveja holandesa da garrafa verde. Até que julgamos ter chegado o momento de experimentar o bem falado tropeiro do Café Requinte, que chega à mesa coberto por um ovo frito e escoltado por torresmo de barriga (R$ 21,00). E é justamente a honesta panceta o maior destaque do prato, deveras bom, mas não supera o Tropeiro do Silvio’s Bar como o melhor da cidade, seja no sabor ou pelo custo-benefício. Talvez o seu maior pecado seja a ausência de uma mineiríssima couve refogada a reboque, que particularmente considero indispensável aos tropeiros e às feijoadas.


O atendimento, diferentemente do encontrado em outros bares por ali, não é mais do que razoável. Porém nunca é demais lembrar que a tal taxa de serviço fica dispensada em qualquer dos bares do Mercado. Outro alerta que julgo pertinente, sobretudo aos que não tem o hábito de botecar por ali, é que se esteja preparado para ir embora cheirando a comida.

De segunda a sexta o Café Requinte oferece um bufê com o melhor da comida mineira, que alem do tropeiro inclui outros pratos da culinária mineira, tais quais o tutu de feijão e o leitão a pururuca. Na hora de pagar, um grande diferencial deste BOM boteco mediante aos seus pares, que é o recebimento de cartões de crédito e débito.


Notas:

Ambiente: 3
Bebida: 5
Comida (peso 2): 4
Público: 4
Serviço: 3
Custo-benefício: 3

Média Final: 3,5


Café Requinte
Av. Augusto de Lima, 744 – Mercado Central – Centro
Tel: 3213-8479
.

2 comentários:

  1. Excelente post, e sem dúvida Pedrão, um bom lugar para um bom almoço!

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  2. Muito obrigado, Leo Koscky!

    Qualquer dia temos de ir para que eu experimente a afamada porção do Festival Sabores do Mercado.

    Um abraço!

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