Depois das minhas seis primeiras experiências com PF’s, já relatadas neste Blog no dia 26 de julho, desbravei outros cinco para então encerrar a saga. São eles: Café Palhares, Bar do Ferreira, Casa Cheia, Pé de Cana e Bolão.
No Café Palhares fui de KAOL, o campeão de vendas da casa. Pedi que não viesse nenhuma das últimas invencionices no prato, como molho, farofa, ou outra carne que não seja a linguiça. O garçom foi desatento, e só não errou com relação à carne, já que o molho de tomate por cima da linguiça e a farofa de feijão se fizeram presentes. Além destas também o torresminho, que devo admitir, caiu bem no KAOL, por conferir-lhe maior crocância.
Mesmo com os incrementos duvidosos, a quase octogenária refeição do Café Palhares, que custa R$ 9,40, permanece uma BOA pedida. Isto se deve à combinação das quatro principais iguarias que dão nome ao prato, destacando-se a linguiça de ótima qualidade. E o serviço em geral é rápido e convidativo, oferecendo ao cliente aconchego em um bar cujo espaço é restrito.
No Bar do Ferreira estive numa quinta-feira, dia em que servem o seu disputado feijão tropeiro. Tão concorrido que levei quinze minutos para conseguir uma mesa e mais uns vinte para que a refeição chegasse, totalizando no mínimo meia hora de espera.
O prato é servido com arroz, feijão tropeiro rico em carnes de porco, couve, ovo frito e um colossal bife de lombo. É bem farto, mas seria melhor se servido em temperatura mais adequada. Apesar do preço razoável (custa em torno de R$ 9,00), se não fosse a boa quantidade a cotação BOM lhe seria exagerada, já que falharam no atendimento e por não servir um PF quentinho.
Julgando ser necessário um representante do Mercado Central nas minhas avaliações, estive no Casa Cheia certa segunda-feira. A qualidade da cozinha é inquestionável, mas o preço de R$ 21,00 foi o mais caro que paguei por um PF, comparando-o inclusive ao prato executivo do Surubim no Espeto.
Na ocasião optei pelo delicioso cozido de cordeiro, que é acompanhado por arroz com brócolis e fritas. Trata-se de um dos tradicionais quitutes da casa adaptado para PF, preparado com o cordeiro marinado ao vinho e cozido junto com costelinha suína, linguiça e legumes. Ao final da montagem as imprescindíveis folhas de hortelã. Sem dúvida um ÓTIMO prato e um dos melhores PF’s da cidade.
Dois dias após fui almoçar naquele que seria eleito o melhor boteco de BH pela Veja, o famoso Pé de Cana. Diariamente há três opções da refeição além do convencional bife com fritas. Às quartas-feiras, a primeira opção é um filé de frango empanado que recebe o nome de Kiev, o qual havia acabado às 13:30h e portanto não pude conhecê-lo. A segunda opção é costelinha de porco com feijão tropeiro, e o terceiro, batizado de Sertanejo, é carne de sol com feijão tropeiro. Aliás, neste dia todas as refeições da casa são acompanhados pelo tropeiro.
Optei pelo Sertanejo, cujas tiras de carne de sol são passadas na manteiga de garrafa, e acompanhadas por arroz, feijão tropeiro, couve crua (que aprecio menos do que a passada na manteiga) e mandioca cozida, acompanhamento este que foi o destaque do prato. Custa R$ 14,00 mais os dez por cento de um serviço que infelizmente é o ponto negativo do Bar do Antônio, e que contribui na avaliação REGULAR do seu PF.
Por fim fui comer aquele que considero o mais famoso e copiado PF da cidade, o Rochedão do Bolão. Entretanto admito que a tradição, por si só, desta vez não sustentou o nome do prato. Foram três visitas recentes, e em nenhuma delas o prato estava bom, o que me permite cotá-lo como REGULAR sem medo de errar.
Arroz comum e feijão razoável, ambos em boa quantidade. As fritas são boas, caseiras, mas o bife é insosso e com exagero de óleo. O ovo frito na verdade é cozido, que nem de longe lembra aqueles passados na gordura quente, com a gema molinha. Coroando a decadência do prato, é o único a não oferecer nem uma mísera rodela de tomate como salada.
Segue abaixo o meu ranking pessoal. Os três primeiros são ótimos pratos, mas o primeiro lugar foi concedido ao prato que custa quatro vezes menos do que o segundo e o terceiro, acredito que não poderia ser diferente. De hoje em diante saberei onde ir quando quiser comer um bom PF, e espero que minhas andanças – e comilanças – tenham de alguma forma contribuído com os amigos e leitores.
1º lugar: Quase Nada
Rua Caraça, 402 - Serra
2º lugar: Surubim no Espeto
Rua Alberto Cintra, 265 – União (outras duas unidades)
3º lugar: Casa Cheia
Av. Augusto de Lima, 744/loja 167 (Mercado Central) - Centro
4º lugar: Café Palhares
Rua Tupinambás, 638 - Centro
5º lugar: Cantina da Ana
Av. Silviano Brandão, 2109 - Horto
6º lugar: Bar do Ferreira
Rua Pinheiro Chagas, 473 - Barreiro
7º lugar: Pé de Cana
Rua Flórida, 15 - Sion
8º lugar: Clube de Quem Bebe
Rua Castro Alves, 216 - Gameleira
9º lugar: Bolão
Praça Duque de Caxias, 288 – Santa Tereza
10º lugar: Chopp da Fábrica
Av. do Contorno, 2736 – Santa Efigênia
11º lugar: Dona Pimenta
Av. Cristiano Machado, 1896/2º andar (Feira dos Produtores) – Cidade Nova
No Café Palhares fui de KAOL, o campeão de vendas da casa. Pedi que não viesse nenhuma das últimas invencionices no prato, como molho, farofa, ou outra carne que não seja a linguiça. O garçom foi desatento, e só não errou com relação à carne, já que o molho de tomate por cima da linguiça e a farofa de feijão se fizeram presentes. Além destas também o torresminho, que devo admitir, caiu bem no KAOL, por conferir-lhe maior crocância.
Mesmo com os incrementos duvidosos, a quase octogenária refeição do Café Palhares, que custa R$ 9,40, permanece uma BOA pedida. Isto se deve à combinação das quatro principais iguarias que dão nome ao prato, destacando-se a linguiça de ótima qualidade. E o serviço em geral é rápido e convidativo, oferecendo ao cliente aconchego em um bar cujo espaço é restrito.
No Bar do Ferreira estive numa quinta-feira, dia em que servem o seu disputado feijão tropeiro. Tão concorrido que levei quinze minutos para conseguir uma mesa e mais uns vinte para que a refeição chegasse, totalizando no mínimo meia hora de espera.
O prato é servido com arroz, feijão tropeiro rico em carnes de porco, couve, ovo frito e um colossal bife de lombo. É bem farto, mas seria melhor se servido em temperatura mais adequada. Apesar do preço razoável (custa em torno de R$ 9,00), se não fosse a boa quantidade a cotação BOM lhe seria exagerada, já que falharam no atendimento e por não servir um PF quentinho.
Julgando ser necessário um representante do Mercado Central nas minhas avaliações, estive no Casa Cheia certa segunda-feira. A qualidade da cozinha é inquestionável, mas o preço de R$ 21,00 foi o mais caro que paguei por um PF, comparando-o inclusive ao prato executivo do Surubim no Espeto.
Na ocasião optei pelo delicioso cozido de cordeiro, que é acompanhado por arroz com brócolis e fritas. Trata-se de um dos tradicionais quitutes da casa adaptado para PF, preparado com o cordeiro marinado ao vinho e cozido junto com costelinha suína, linguiça e legumes. Ao final da montagem as imprescindíveis folhas de hortelã. Sem dúvida um ÓTIMO prato e um dos melhores PF’s da cidade.
Dois dias após fui almoçar naquele que seria eleito o melhor boteco de BH pela Veja, o famoso Pé de Cana. Diariamente há três opções da refeição além do convencional bife com fritas. Às quartas-feiras, a primeira opção é um filé de frango empanado que recebe o nome de Kiev, o qual havia acabado às 13:30h e portanto não pude conhecê-lo. A segunda opção é costelinha de porco com feijão tropeiro, e o terceiro, batizado de Sertanejo, é carne de sol com feijão tropeiro. Aliás, neste dia todas as refeições da casa são acompanhados pelo tropeiro.
Optei pelo Sertanejo, cujas tiras de carne de sol são passadas na manteiga de garrafa, e acompanhadas por arroz, feijão tropeiro, couve crua (que aprecio menos do que a passada na manteiga) e mandioca cozida, acompanhamento este que foi o destaque do prato. Custa R$ 14,00 mais os dez por cento de um serviço que infelizmente é o ponto negativo do Bar do Antônio, e que contribui na avaliação REGULAR do seu PF.
Por fim fui comer aquele que considero o mais famoso e copiado PF da cidade, o Rochedão do Bolão. Entretanto admito que a tradição, por si só, desta vez não sustentou o nome do prato. Foram três visitas recentes, e em nenhuma delas o prato estava bom, o que me permite cotá-lo como REGULAR sem medo de errar.
Arroz comum e feijão razoável, ambos em boa quantidade. As fritas são boas, caseiras, mas o bife é insosso e com exagero de óleo. O ovo frito na verdade é cozido, que nem de longe lembra aqueles passados na gordura quente, com a gema molinha. Coroando a decadência do prato, é o único a não oferecer nem uma mísera rodela de tomate como salada.
Segue abaixo o meu ranking pessoal. Os três primeiros são ótimos pratos, mas o primeiro lugar foi concedido ao prato que custa quatro vezes menos do que o segundo e o terceiro, acredito que não poderia ser diferente. De hoje em diante saberei onde ir quando quiser comer um bom PF, e espero que minhas andanças – e comilanças – tenham de alguma forma contribuído com os amigos e leitores.
1º lugar: Quase Nada
Rua Caraça, 402 - Serra
2º lugar: Surubim no Espeto
Rua Alberto Cintra, 265 – União (outras duas unidades)
3º lugar: Casa Cheia
Av. Augusto de Lima, 744/loja 167 (Mercado Central) - Centro
4º lugar: Café Palhares
Rua Tupinambás, 638 - Centro
5º lugar: Cantina da Ana
Av. Silviano Brandão, 2109 - Horto
6º lugar: Bar do Ferreira
Rua Pinheiro Chagas, 473 - Barreiro
7º lugar: Pé de Cana
Rua Flórida, 15 - Sion
8º lugar: Clube de Quem Bebe
Rua Castro Alves, 216 - Gameleira
9º lugar: Bolão
Praça Duque de Caxias, 288 – Santa Tereza
10º lugar: Chopp da Fábrica
Av. do Contorno, 2736 – Santa Efigênia
11º lugar: Dona Pimenta
Av. Cristiano Machado, 1896/2º andar (Feira dos Produtores) – Cidade Nova






















