Espaço destinado aos relatos críticos de andanças pelos botecos belo-horizontinos, assim como aos pitacos sobre outros lugares quaisquer.
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quinta-feira, 9 de abril de 2015

Comida di Buteco 2015: Por onde começar?

Nesta semana foi o concurso Comida di Buteco quem liberou a sua lista de bares e pratos, o que aconteceu ontem. Como nos últimos anos, serão 45 os botecos participantes, que estipularam preços variando entre $ 17,9 e $ 24,5, este o teto determinado pela produção. A grande maioria deles escolheu justamente o valor do teto para seus petiscos, os quais podem ser compartilhados entre duas pessoas (alguns entre três). Mantendo o costume, liberou essa lista às vésperas do evento, o que é sempre motivo de grande suspense entre os frequentadores.
 
Por mais que eu me baseie tão somente nas fotos e descrições dos pratos, afirmo que estes superaram em muito as minhas expectativas. No ano em que as frutas são o tema, supunha que as miscelâneas fossem predominar, porém isso pouco foi visto. Ainda que os bares julguem necessário utilizar mais de uma fruta em cada prato – não sei por qual motivo – as criações evoluíram bastante em relação ao ano passado.
 
Dentre os poucos pontos fora da curva, há que se jogar luz em dois destaques pra lá de negativos. Falo do Chalé da Costela, que descaradamente participa com o mesmo prato do ano passado, e do São Tomilho, que apesar de ter uma chef de cozinha à sua frente, ingressa com um petisco de causar vergonha a quem só faz ovo frito. Que o público, quando for votar, consiga separar o joio do trigo, assim como o júri, que tem a obrigação de fazê-lo.
 
A lista de criações interessantes, por outro lado, é muito mais extensa. Não foi tarefa fácil chegar àqueles 10 que mais aguçaram o meu paladar, mas apesar disso, arrisco sugerir os seguintes bares: Amigos & Memórias, André Caldos, Bar do Louro, Café Bahia, Dona Suica, Bar do Beto, Estúdio da Carne, Já tô Inno, João da Carne e Mulão. Um deles, inclusive, é marinheiro de primeira viagem – falo do Bar do Louro, primeiro participante do histórico Edifício Maletta.
 
Agora é começar a experimentar os pratos e ver como se revelam na prática, tanto estes quanto os outros trinta e cinco. Até porque os botecos precisarão se sair bem também em outros quesitos, como atendimento, higiene e temperatura da bebida. Como são muitos, o jeito é fazer a velha e boa listinha. E você, amigo leitor, já se decidiu por onde vai começar?

2 comentários:

  1. Pois é velho, ainda que existam aqueles que parecem desconhecer a importância do concurso, creio que os holofotes devem mirar nos que se esmeraram nas criações, que assim como vc me surpreenderam positivamente ... aos desleixados, o juri!

    Começo pelo Bar do Tonho que figura na minha lista particular de visitas indispensáveis

    Parabéns pelo texto.

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  2. Fala Gê!

    É verdade, cara. A sorte é que, da mesma forma que existem aqueles que não dão importância, há os novatos que já chegam com pinta de veteranos. É a tal da renovação, se mostrando imprescindível.

    Obrigado pelos comentários, e grande abraço!

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